domingo, 1 de junho de 2008

A estrada, o caminho e a obra.

"Todo novo precisa ser lapidado, precisa ser observado, precisa ser criticado, precisa ser conhecido, pois é assim que o novo é renovado"

Essa proposta é mais que mera exposição, isso é um trabalho que pede atenção, desde já os agradecimentos surgem no cenário.
Nesse cenário onde as peças estarão sendo formadas, onde as brechas estaram sendo estabelecidas para que todos preencham com sua participação ao que nos permite sermos iguais .



À meus amigos, amores, a meus refletores que não me deixam apagar nessa estrada de conquistas.Muito Obrigado, Eu amo vocês!






Feito Borboleta


(Rafael Mandarim)


Descalço, andando na beira da estrada,


como menino brincando de se equilibrar em meio-fio,


levando comigo um ar de descaso sobre todas as coisas


que protagonizavam a dor,


buscando respaldo pelas perdas em meio a fôlegos de inspiração


que me destinam para frente no meu percurso simples e feliz, resolvi apostar em mim.


Descobrindo a vida pelas obras lindas que a natureza desvenda,


vi que cada borboleta parecia sorrir diante do libertar de sua fase de acolhimento.


Aqueles casulos já deixados para traz retinham a esperança,


reviam a distancia que já ofereciam à sua herança solta pelo ar.


Eu me sentia assim.


No meu caminho olhava para traz e via o mundo que deixava,


as vezes, muitas vezes me lembrava de como tudo é preciso,


das coisas mais simples, das bobagens mais corretas,


das besteiras mais sensatas e até mesmo do poder que algúem pode te dar.


Nessa estrada eu nem sabia ao certo, mais já trilhava um destino.


Quando agente menos espera, desenvolvemos inúmeras formas de sentir a importancia das nossas razões,


quando menos esperamos agente voa que nem borboleta,


agente segue e consegue mostrar sem precisar de muito esforço, o que somos e ao que pertencemos.


É possível contornar as nossas vontades e fazê-las palcos de espetáculos jamais vistos,


É possível controlar os nossos atos o tempo necessário para expressarmos tudo o que sentimos de forma inteligente,


É possível seguir em frente, estrada a fora, caminho a dentro.


Em cada história, estamos na estrada e no caminho a que cabemos,


e já chega a hora de mostrar as obras lindas que podemos construir por intermédio da nossa vontade e da nossa liberdade.


Sejamos como as borboletas, olhemos para frente, também para traz e o melhor encantemos por onde passarmos, já que cada momento dessa vida é raro e mesmo duradouro é tão pouco ao nosso querer,


grandioso ao nosso desejo


e essencial a todo o nosso ser.




















Um comentário:

Anônimo disse...

sempre sua fã!


TE AMO!