Coisa de Costume
(Rafael Mandarim)
“Já era manhazinha e as frechas de luz invadiam o quarto,
Junto a elas os sonhos e suspiros viam em um despertar,
Nem a primavera era tão feliz ao lembrar dos sorrisos nossos na noite anterior,
Reflexos por traz de taças reluzentes,
Foi o encontro perfeito,
Imensidão de pensamento, bem maior que nós.
Nesse exato momento fico aqui a te observar, num sono que te embala, doido eu pra te tocar e te acordar num beijo sem fim...
Não sei se faço ou me desfaço nessa vontade,
Ou se continuo inerte a te olhar nesse sonho ainda maior que é estar na pureza da sua presença,
É mais que perfeito, é como se vários anjos descessem e dançassem em torno de ti,
Numa melodia singela, que te faz acordar pra nossa vida,
Isso é coisa de costume e mesmo que com freqüência, quero me encher desse paraíso que é despertar do lado teu a cada dia, sem esperanças de que nem a lembrança, quanto mais a realidade que nos cerca se atente em dissipar-se, a não ser para um novo plano, o qual estaremos contidos sem tempo exato de nada, onde seremos muito mais que dois para um sentimento só, longe de todas as coisas deste lugar que nos cabe hoje ”.
è demorei mais voltei a postar...
Mais uma vez agradecendo a todas as pecinhas em minha vida! Amo todos vcs!
Grande abraço Rafael Mandarim